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Comitê Técnico de Acompanhamento do PLAMUS se reúne para discutir modelos de transporte e acordo de cooperação com a UFSC


17/10/2014

O Prof. Werner Kraus Jr., do departamento de Automação e Sistemas da UFSC, acompanhou as discussões sobre a criação do
O Prof. Werner Kraus Jr., do departamento de Automação e Sistemas da UFSC, acompanhou as discussões sobre a criação do "Observatório da Mobilidade".

Comitê Técnico de Acompanhamento do PLAMUS - Plano de Mobilidade Sustentável da Grande Florianópolis, reuniu-se na tarde desta quinta feira, 16/10, para discutir as condições do acordo de cooperação com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que será responsável pela gestão dos dados resultantes das pesquisas e estudos desenvolvidos pelo projeto. O acordo incumbe a UFSC da manutenção, atualização e disseminação dos dados e informações e do modelo de transportes da Região Metropolitana de Florianópolis, permitindo a criação do "Observatório da Mobilidade".

O Prof. Werner Kraus, do departamento de Automação e Sistemas da UFSC participou do processo de deliberação do Comitê e considera que o legado que será transferido para a Universidade trará benefícios que irão além do ambiente acadêmico: "Os dados do projeto serão públicos e acessíveis por todos os interessados em estudar a mobilidade metropolitana. Além disso, a UFSC continuará em seu papel de formação técnica na área, capacitando para o uso dos dados."

Membros do consórcio que desenvolve os estudos do PLAMUS, representantes  das prefeituras envolvidas e da UFSC, se reuniram na sede da SCParcerias.
Membros do consórcio que desenvolve os estudos do PLAMUS, representantes das prefeituras envolvidas e da UFSC, se reuniram na sede da SCParcerias.

Também estiveram em pauta na mesa de discussões estudos de caso sobre os modos de transporte, os diferentes modelos de implantação e as oportunidades e dificuldades inerentes a cada solução. Guilherme Dogliani, consultor da Strategy&, empresa membro do Consórcio responsável pelo desenvolvimento do PLAMUS, apresentou as abordagens técnicas em andamento que envolvem fatores como o estudo de sistemas de informação para o transporte coletivo e as estratégias que tornarão propostas potencialmente concorrentes em alternativas complementares. Dogliani explica: “Um exemplo é o desafio da harmonização entre os modais aquaviários terrestres. Caso identifique-se que a solução aquaviária ideal é em formato complementar a outros modais, é preciso um estudo que estabeleça os pontos de integração ideais, as rotas que melhor atenderão aos usuários do sistema e aquelas que terão melhor desempenho em termos de economia de tempo. É importante avaliar as oportunidades que aproveitem as características naturais da região, tanto na Ilha quanto na parte continental”.

Além das discussões em torno de estudo e propostas, o grupo estabeleceu uma agenda de oficinas e reuniões entre o corpo técnico do PLAMUS, as prefeituras envolvidas e as organizações da sociedade civil.


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