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BNDES realiza reunião de apresentação de resultados e propostas do PLAMUS dando inicio às tratativas para seu financiamento

25/02/2016

O superintendente da Região Metropolitana de Florianópolis, Cassio Taniguchi, participou  da apresentação do relatório final do PLAMUS ao BNDES, falando das ações em andamento para a implantação das s
O superintendente da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (SUDERF), Cassio Taniguchi, participou da apresentação do relatório final do PLAMUS ao BNDES, falando das ações em andamento para a implantação das soluções.

Na terça-feira (23), corpo técnico do consórcio que desenvolveu os estudos e levantamentos do PLAMUS e representantes da SUDERF, reuniram-se à Área de Estruturação de Projetos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, em sua sede no Rio, para apresentação e detalhamento dos resultados. A reunião é parte da prestação de contas do projeto que foi financiado pelo Fundo de Estruturação de Projeto do BNDES. O vice-presidente do banco, Vagner Bittencourt, realizou a abertura, seguido pelo superintendente da Área de Estruturação de Projetos, Henrique Pinto. As apresentações foram conduzidas pelo vice-presidente da Strategy&, Carlos Eduardo Gondim, por Rafael Vanzella, do escritório Machado Meyer, pelo urbanista da LOGIT, Maurício Feijó, pelo superintendente da Região Metropolitana - SUDERF, Cássio Taniguchi e pelo diretor-técnico, Lanes Prates Marques.

O gerente da Área de Estruturação e Projetos do BNDES, Bruno Malburg, também presente ao encontro, acompanhou de perto, com sua equipe, todas as fases de estruturação do PLAMUS. “A gente apresentou o resultado do estudo para os empregados do BNDES em uma reunião aberta, da qual qualquer um podia participar. Foi uma prestação de contas, na qual foram apresentados o Plano de Mobilidade de Santa Catarina, com algumas propostas iniciais como a implantação do BRT na Região Metropolitana. O estudo prevê investimentos na ordem de 3,2 bilhões de reais, para implantação da totalidade do PLAMUS. A participação do Cassio Taniguchi e do Prates, da SUDERF, garantiu uma abordagem mais completa, permitindo que não nos limitássemos ao diagnóstico e recomendações dos estudos, abordando também o que está sendo executado em função do que os estudos apontaram. Eles mostraram as ações que estão sendo tomadas pelo Governo do Estado, no sentido de implementar as soluções. O resultado do evento superou minha expectativa.”

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PLAMUS apresenta resultados e propostas em oficina promovida pela Prefeitura de Florianópolis e pela EMBARQ Brasil

04/03/2015

Imagem: Caio Barcellos
Superintendente da Região Metropolitana da Grande Florianópolis, Cássio Tanigushi [à direita] considerou o evento um importante passo para um planejamento integrado. Imagem: Caio Barcellos

A organização EMBARQ Brasil e o Instituto de Recursos Mundiais (WRI, World Resources Institute), em conjunto com a prefeitura da Capital e o apoio da Embaixada Britânica no Brasil, estão promovendo a Oficina de Alinhamento Estratégico para Projetos de Mobilidade. O evento teve uma primeira etapa ontem, terça-feira (3) e prossegue esta quarta-feira (4) no Hotel Castelmar, no Centro de Florianópolis. Além do corpo técnico do PLAMUS, representado pelo arquiteto e urbanista Maurício Feijó e pelo coordenador técnico do projeto pela SC Parcerias, Guilherme Medeiros, estão participando das atividades o diretor presidente da EMBARQ Brasil, Luis Antonio Lindau, o superintendente da Região Metropolitana da Grande Florianópolis, Cássio Taniguchi, o secretario de Desenvolvimento e Meio Ambiente, Dalmo Vieira, o secretário de Obras, Rafael Hanne e o Cônsul Honorário da Grã-Bretanha no Brasil, Michael Delaney, além de técnicos municipais e representantes de entidades civis.

Nesta terça, logo após a abertura da oficina, o urbanista Maurício Feijó, da LOGIT, foi ao palco para explicar como o estudo surgiu e foi desenvolvido, além de apresentar os dados obtidos ao longo de um ano de pesquisas e as propostas de soluções decorrentes das diferentes simulações analisadas para o desenvolvimento da Região Metropolitana de Florianópolis. Feijó ressaltou o processo participativo a que foi submetido o projeto, que contou com o envolvimento de mais de 400 participantes, presentes nos 50 eventos realizados ao longo dos 12 meses de levantamentos, estudos e atividades participativo propostas pelo PLAMUS.

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Sistema BRT de transporte coletivo é apresentado como uma das soluções para melhorar a mobilidade da Grande Florianópolis

13/02/2015

Cerca de 30 pessoas, dentre representantes governamentais, térnicos municipais, professores da UFSC e especialistas acompaharam a apresentação realizada pela equipe do PLAMUS.
Cerca de 30 pessoas, dentre representantes governamentais, térnicos municipais, professores da UFSC e especialistas acompaharam a apresentação realizada pela equipe do PLAMUS.

O Comitê Técnico de Acompanhamento do PLAMUS – Plano de Mobilidade Sustentável da Grande Florianópolis reuniu-se na tarde da última terça-feira (10), para detalhar e discutir as soluções para a mobilidade urbana da região. A apresentação foi conduzida pelo presidente da LOGIT, Wagner Colombini Martins que, de posse das projeções de crescimento da Região Metropolitana até 2040, abordou as alternativas de solução possíveis de serem implantadas nos próximos anos e a comparação dos custos e dos benefícios de cada uma dessas alternativas.

Durante o encontro a equipe presente teve a oportunidade de conhecer e analisar os dados comparativos de desempenho entre os sistemas BRT (Bus Rapid Transit), VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos) e o Monotrilho, considerando as variáveis de custo e tempo de implantação, performance  funcional, de benefícios para os usuários e de retorno socioeconômico. Para entender os benefícios resultantes de cada uma das soluções possíveis, Colombini detalhou a metodologia de cálculo utilizada, que deduz do valor total dos custos de implantação a soma dos benefícios oferecidos pelo modal analisado. Fatores como o tempo de viagem, custos originados por acidentes, o impacto ambiental e custos operacionais, por exemplo, são variáveis consideradas neste cálculo.  Foi considerado o horizonte de implantação da rede completa de transporte público, incluindo 87 km de linhas troncais de média/alta capacidade. Como resultado, o sistema BRT demanda investimentos estimados em R$ 1,23 bilhões, apontando um benefício líquido positivo equivalente a R$ 411 milhões além do valor total investido (total dos benefícios, descontados os investimentos). Já a solução mista, envolvendo de forma complementar os sistemas BRT e VLT, necessita de investimentos na ordem de R$ 3,2 bilhões, e resultou em um benefício líquido negativo de R$ 676 milhões. O BRT também apresentou melhor desempenho em termos de economia de tempo ao reduzir o tempo médio de viagem, que atualmente é de 40 minutos, para 33 minutos. O especialista também informou que a avaliação socioeconômica do sistema monotrilho também está sendo desenvolvida, mas antecipou que, devido aos elevados custos de implantação dessa tecnologia, provavelmente os resultados serão menos favoráveis. Leia mais...

Após anúncio do Anel Viário, Secretário de Obras fala sobre o papel do PLAMUS no futuro de Florianópolis

28/01/2015

   O Prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Jr., reuniu a imprensa para anunciar o início das obras do Anel Viário, com corredores exclusivos para ônibus. Imagem: Felipe Albertoni
O Prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Jr., reuniu a imprensa para anunciar o início das obras do Anel Viário, com corredores exclusivos para ônibus. Imagem: Felipe Albertoni

Em entrevista coletiva realizada na tarde da última segunda-feira (26/01), o Prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Júnior, confirmou o início das obras de construção do Anel Viário Central, cujo objetivo é diminuir o gargalo na mobilidade que se forma todos os dias nos principais bairros da Capital. O projeto prevê a instalação de 17 quilômetros de corredores exclusivos para ônibus, que futuramente serão utilizados em um sistema Bus Rapid Transit (BRT), além de melhorias nas calçadas, ciclovias, no sistema de controle dos semáforos e na sinalização de trânsito. A previsão de conclusão do Anel Viário é de três anos, a um custo estimado de R$ 70 milhões.

O Anel Viário irá contornar a região central da Ilha de Santa Catarina e passará pelo Terminal de Integração do Centro (TICEN), pela Beira-Mar Norte e pelos bairros Trindade, Pantanal, Saco dos Limões e Prainha. “Essa é a maior intervenção de trânsito e transporte da história da cidade. O Anel Viário é nossa prioridade absoluta em termos de obras. A primeira etapa, de retirada de árvores, já foi iniciada e as próximas etapas começarão ainda no primeiro semestre de 2015”, declarou Cesar Souza Júnior, que completou: “Temos que ser sinceros, com as obras o trânsito irá piorar antes de melhorar. É preciso a paciência de todos”. Leia mais...

PLAMUS é discutido entre especialistas em mobilidade urbana

22/01/2015

O diretor da Strategy&, Carlos Eduardo Gondim, apresentou resultados do PLAMUS em reunião na Secretaria de Estado do Planejamento, com a presença de Cássio Taniguchi, engenheiro e ex-prefeito de Curit
O diretor da Strategy&, Carlos Eduardo Gondim, apresentou resultados do PLAMUS em reunião na Secretaria de Estado do Planejamento, com a presença de Cássio Taniguchi, engenheiro e ex-prefeito de Curitiba.

Consultores e coordenadores do consórcio responsável pelo PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis e o secretário de Planejamento, Murilo Flores, reuniram-se com especialistas em mobilidade na última terça-feira (20), na Capital, para apresentar detalhes do projeto em estudo. O encontro, realizado na Secretaria de Estado do Planejamento, teve como convidado especial o ex-prefeito de Curitiba e ex-secretário do Planejamento e da Indústria e Comércio do Paraná, Cássio Taniguchi. Guilherme Medeiros, Coordenador do PLAMUS pela SC Parcerias, o urbanista Maurício Feijó e o engenheiro Paulo Sérgio Custódio, da LOGIT, também participaram do evento.

A equipe do PLAMUS apresentou informações sobre os levantamentos realizados nos últimos 12 meses, com destaques para dados como a densidade demográfica da região, caracterizada por uma urbanização dispersa e pela concentração de empregos no Centro da Capital. As discussões também se estenderam sobre o alto uso de carros e motos no trânsito da Grande Florianópolis, que respondem por 48% das viagens realizadas diariamente na região. O tempo médio das viagens de ônibus, que demoram o dobro das realizadas por automóvel, também foi alvo de análise. “Não há uma visão integrada do transporte coletivo na Grande Florianópolis”, apontou Carlos Eduardo Gondim, um dos consultores do PLAMUS que participaram da reunião.

O secretário Murilo Flores falou sobre a importância do encontro: “É interessante compartilharmos dados do PLAMUS com pessoas qualificadas no tema, pois isso possibilita uma troca de informações e, de certa forma, a legitimação do plano que visa orientar ações imediatas e de longo prazo para melhorar a mobilidade urbana na região metropolitana da Grande Florianópolis”.

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PLAMUS apresenta sistema “2H” como proposta para a mobilidade na Região Metropolitana de Florianópolis

04/12/2014

Hélio Costa coordenou as oficinas do PLAMUS e expôs a síntese do que foi extraído nos debates
Hélio Costa coordenou as oficinas do PLAMUS e expôs a síntese do que foi extraído nos debates

São José sediou nesta quarta-feira (3), no Centro de Atenção à Terceira Idade do município, a primeira oficina de debates das propostas do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis – PLAMUS. Com os resultados das pesquisas realizadas ao longo do ano já consolidados e apresentados às autoridades, à imprensa e à sociedade civil, o corpo técnico do plano passa agora a discutir propostas concretas para solucionar a mobilidade em toda a Região Metropolitana de Florianópolis. O encontro desta quarta em São José foi também uma devolutiva às primeira oficinas com participação da sociedade civil realizadas no município, ocorridas nos dias 4 e 5 de abril. Foram nestas oficinas que os responsáveis pelo PLAMUS puderam conhecer melhor, ouvindo moradores e autoridades locais, as demandas, características e principais gargalos na mobilidade de São José.

Na primeira parte do encontro, o coordenador das oficinas do PLAMUS, Hélio Costa, expôs a síntese do resultado dos debates realizados em abril, que compuseram um panorama da situação da mobilidade em São José. Entre as principais questões a serem solucionadas na mobilidade do município, identificaram-se questões como a baixa frequência e a irregularidade das linhas no transporte coletivo, a baixa integração entre regiões urbanas e com outros modais, agravados pela percepção generalizada de que o transporte coletivo não se configura como opção atraente frente aos incentivos ao uso do automóvel. Além deste temas, Costa abordou também o descompasso entre a estrutura viária disponível e o volume de veículos em circulação, a insuficiência da rede cicloviária e as calçadas em mal estado ou com dimensionamento inferior ao necessário.

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Propostas do PLAMUS para a mobilidade urbana de Florianópolis serão discutidas com prefeituras e sociedade civil

02/12/2014

Passada uma extensa e cuidadosa fase de pesquisas, compilação de dados e análises para diagnosticar o trânsito e as características urbanas da Capital, chegou o momento de discutir as proposições do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis – PLAMUS para facilitar os deslocamentos da população e auxiliar no desenvolvimento da região metropolitana. Para isso, em dezembro serão realizadas oficinas em Florianópolis, São José, Biguaçu e Palhoça, em conjunto com as prefeituras dos municípios englobados pelo estudo e com representantes da sociedade civil, para que as propostas idealizadas pelo corpo técnico do PLAMUS sejam debatidas e aperfeiçoadas.

Nas pesquisas de campo realizadas ao longo do ano, o PLAMUS entrevistou os moradores de 5,4 mil domicílios, analisou o sobe/desce em mais de 40 linhas de ônibus municipais e intermunicipais, realizou contagens de veículos em mais de 41 locais. O estudo apontou que na Região da Grande Florianópolis são realizadas mais de 1,7 milhões de viagens diariamente, e com todas as pesquisas e levantamento de informações foi possível entender com maior profundidade como essas viagens são realizadas, sob o ponto de vista dos motivos dessas viagens, o modo como são feitas (carro, moto, ônibus, etc.) as respectivas origens e destinos, o tempo e o custo dessas viagens. Essas informações foram inseridas em um modelo que permite simular como esses fluxos acontecem, e que será utilizado para comparar as diferentes alternativas possíveis e avaliar como cada proposta poderá contribuir para a melhoria da mobilidade, especialmente com relação aos aspectos de tempo e custo para realização das viagens. Leia mais...

PLAMUS apresenta resultados de pesquisa em seminário com palestrantes de renome na UFSC

23/11/2014

O urbanista americano Michael King e a diretora do ITDP Brasil, Clarisse Linke são convidados especiais do PLAMUS para a sexta-feira [28/11].
O urbanista americano Michael King e a diretora do ITDP Brasil, Clarisse Link são convidados especiais do PLAMUS para a sexta-feira [28/11].

Na próxima sexta-feira (28/11) uma importante etapa no desenvolvimento do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis – PLAMUS estará finalizada. É quando será realizado o seminário de apresentação dos resultados das pesquisas realizadas ao longo de todo o ano, nos 13 municípios envolvidos no estudo. Com base nestes resultados serão elaboradas as propostas para solucionar as questões de mobilidade urbana na região metropolitana da Capital. O seminário também apresentará um debate qualificado sobre mobilidade com as palestras de dois especialistas de renome internacional: o urbanista e arquiteto norte-americano Michael King, que projetou as primeiras ruas compartilhadas dos EUA, e a diretora no Brasil do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP), Clarisse Linke. O evento será realizado no auditório Espaço Físico Integrado (EFI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), entre 14h e 18h.

“É nossa obrigação realizar essa apresentação de resultados, uma vez que solicitamos a contribuição da sociedade na produção do estudo e é a oportunidade para mostrarmos o que foi realizado e o que está por vir”, explicou o arquiteto Maurício Feijó, da LOGIT, uma das empresas que formam o consórcio responsável pelo PLAMUS. Iniciado em janeiro deste ano, o estudo vem sendo realizado em uma série de etapas que, juntas, proporcionarão o diagnóstico completo de onde serão extraídas as soluções para a mobilidade da Grande Florianópolis. A Pesquisa de Origem e Destino, por exemplo, foi dividida em Pesquisa de Veraneio e Pesquisas Domiciliares, além da fase de consolidação dos dados, e exibe com clareza as características dos deslocamentos diários da população tanto no decorrer do ano quanto na alta temporada.

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Entrevista: Bruno Malburg, gerente da Área de Estruturação e Projetos do BNDES

15/07/2014

Bruno Malburg: ‘Santa Catarina servirá de exemplo para todo o país’ (Foto: Caio Barcellos)
Bruno Malburg: ‘Santa Catarina servirá de exemplo para todo o país’ (Foto: Caio Barcellos)

Desde que o PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis foi iniciado, contemplando os municípios de Anitápolis, Rancho Queimado, São Bonifácio, Angelina, Antônio Carlos, Águas Mornas, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz, Biguaçu, Governador Celso Ramos, São José, Palhoça e Florianópolis, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem sido um dos protagonistas do projeto, não apenas por financiar 10 milhões de reais através do Fundo de Estruturação de Projetos (FEP) – o que foi considerada uma decisão inédita para uma instituição financeira reconhecida por atender apenas projetos de interesses nacionais –, mas também por participar de todo o processo de formação do plano.

Na entrevista a seguir, o gerente da Área de Estruturação de Projetos do BNDES, Bruno Malburg, explica como foi a aprovação do primeiro financiamento do BNDES neste formato e aproveita para fazer uma avaliação das etapas do PLAMUS, que ele tem feito questão de acompanhar pessoalmente desde que foram iniciadas as primeiras consultas públicas, no início do ano passado. Malburg fala também de suas participações nas oficinas, grupos de trabalho e, mais recentemente, nas reuniões do Comitê Técnico de Acompanhamento, garantindo que este modelo servirá para qualquer município brasileiro que pretende investir em mobilidade urbana. 

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Ramon Wollinger, Prefeito de Biguaçu, elogia resultados do PLAMUS e reafirma alinhamento do município com o projeto

01/04/2015

Ramon Wollinger está à frente da prefeitura de Biguaçu desde dezembro de 2014.
Ramon Wollinger está à frente da prefeitura de Biguaçu desde dezembro de 2014. [Imagem: Assessoria de Comunicação]

Uma das motivações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao subsidiar o desenvolvimento do PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis, é que o estudo venha a servir como modelo de planejamento e gestão da mobilidade urbana para as demais Regiões Metropolitanas do País. Esta é uma das razões pelas quais o projeto engloba, além da capital catarinense, outros 12 municípios que integram a Região Metropolitana de Florianópolis. Dentre estes municípios, um dos mais importantes para a mobilidade urbana e para o desenvolvimento da região como um todo é Biguaçu, cidade em franco crescimento que atualmente possui cerca de 60 mil habitantes e que, segundo projeções do PLAMUS, deve passar a ter 87 mil moradores nos próximos 15 anos.

Em meados de dezembro do ano passado, o então vice-prefeito Ramon Wollinger tornou-se chefe do executivo em Biguaçu sucedendo a José Castelo Deschamps que enfrentava problemas de saúde. Desde então, Wollinger vem garantindo importantes projetos urbanos, buscando integrar-se cada vez mais aos municípios em seu entorno.

Na entrevista a seguir, Wollinger reafirma o compromisso da cidade com o PLAMUS, faz elogios à qualidade do estudo e deixa claro que vê o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável como a chave para uma gestão integrada do transporte coletivo nos municípios da região continental de Florianópolis.

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Resultados dos PLAMUS são apresentados e discutidos em encontro entre governador Colombo e prefeito Cesar Souza Júnior

28/01/2015

Encontro reuniu governador de Santa Catarina, prefeito de Florianópolis, técnicos e especialistas para discutir soluções para a mobilidade da Região Metropolitana.
Encontro reuniu governador de Santa Catarina, prefeito de Florianópolis, técnicos e especialistas para discutir soluções para a mobilidade da Região Metropolitana. Imagem: Jaqueline Noceti | SECOM SC

Os resultados dos estudos realizados pelo PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis e as propostas elaboradas pelo corpo técnico do projeto foram apresentados ontem à tarde [27/01] para o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo. O encontro contou com as participações do prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Júnior, e com as presenças das equipes técnicas do governo do estado, da prefeitura e do PLAMUS.
 
Durante o encontro, realizado no Centro Administrativo do Governo do Estado,  foram analisados os dados coletados, o diagnóstico da situação atual da mobilidade na Capital e as projeções para o futuro da região. Também foram discutidas soluções de curto e médio prazos para a mobilidade da Região Metropolitana. A reunião possibilitou um alinhamento técnico entre as equipes do governo do estado e da prefeitura o que deverá agilizar a tomada de decisão daqui pra frente.
                           
Participaram do encontro também o Secretário Estadual de Planejamento, Murilo Flores, o Secretário da Fazenda, Antônio Gavazzoni, o presidente da SC Par, Paulo da Costa, o Gerente da Área de Estruturação e Projetos do BNDES, Bruno Malburg, o presidente da LOGIT, Wagner Colombini, o vice presidente da Strategy&., Carlos Eduardo Gondim, o coordenador técnico do  PLAMUS, Paulo Sérgio Custódio e o coordenador do PLAMUS pela SC Par, Guilherme Medeiros. Leia mais...

Rafael Vanzella, do escritório Machado Meyer, destaca o papel da fundamentação jurídica na viabilização e no processo de escolha das soluções propostas pelo PLAMUS

16/01/2015

Rafael Vanzella:
Rafael Vanzella: "o Direito tem um papel fundamental na escolha e na viabilização das propostas do PLAMUS."

O Plano de Mobilidade Urbana Sustentável – PLAMUS, é uma ferramenta rica em informações e proposições para embasar a tomada de decisões no planejamento urbano e de mobilidade na Grande Florianópolis. A equipe técnica do estudo passou os 12 meses de 2014 indo a campo, pesquisando, discutindo ideias e compilando análises para chegar ao diagnóstico da situação atual e projetar o futuro da região. As propostas do PLAMUS devem também atender a uma série de demandas legais e institucionais para serem viáveis do ponto de vista jurídico, especialmente aquelas que resultarão em processos licitatórios.

É nesse panorama que atua o escritório Machado Meyer, uma das equipes de consultoria que formam o consórcio responsável pelo PLAMUS. Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo, pesquisador na Universidade de Hamburgo, na Alemanha, e atuante em diversos projetos de renovação urbana e mobilidade - como a concessão da região portuária do Rio de Janeiro, o Metrô de Curitiba, o Monotrilho de Recife e o Arco Tietê, entre outros -, o advogado Rafael Domingos Faiardo Vanzella representa a equipe da Machado Meyer junto ao PLAMUS. Na entrevista a seguir, Vanzella fala sobre os aspectos legais do projeto e explica como o plano proposto pela equipe técnica será conduzido ponto de vista jurídico. Leia mais...

Propostas do PLAMUS para solucionar a mobilidade são apresentadas na Grande Florianópolis

09/12/2014

Mais de uma centena de pessoas entre, líderes e representantes da sociedade, assistiu à apresentação de propostas do PLAMUS em Florianópolis
Mais de 100 de pessoas, entre técnicos e representantes da sociedade civil, assistiu a apresentação do PLAMUS em Florianópolis. 

Pesquisas, estudos, oficinas e discussões, tudo para desenvolver soluções tecnicamente adequadas e discutidas de forma participativa pela Grande Florianópolis. Foram dez meses de convívio intenso entre especialistas, técnicos, gestores municipais e a sociedade civil dos 13 municípios beneficiados pelo PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis. Agora, os resultados dos estudos e das oficinas começam a ser apresentados e debatidos em eventos destinados a dar seguimento ao processo participativo junto aos técnicos e representantes da sociedade civil da Grande Florianópolis.

As apresentações tiveram início com o Seminário de Apresentação dos Resultados das Pesquisas do PLAMUS. A consultora Claudia Martinelli e o urbanista americano Michael King apresentaram durante a tarde do último dia 28/11, no auditório do EFI – Espaço Físico Integrado, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), os dados apurados através das pesquisas do PLAMUS e as propostas de solução para a mobilidade da Região Metropolitana. Mais de 100 participantes acompanharam os resultados apresentados. Além destas mostras, uma nova rodada de oficinas está sendo oferecida pelo projeto, em quatro edições, realizadas em São José, Florianópolis, Biguaçu e Palhoça, reunindo participantes de todos os municípios atendidos pelo PLAMUS. Já nesta última semana, São José deu início a esta nova série e recebeu a equipe do PLAMUS no dia 04/11, quarta feira, no auditório do CATI – Centro de Atendimento à Terceira Idade, dando continuidade ao processo participativo. Em seguida, na quinta feira (05/12), foi a vez de Florianópolis, que contou com a participação expressiva de gestores, técnicos e representantes da sociedade civil, reunindo mais de uma centena de pessoas no auditório da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Florianópolis (CDL). Esta semana será a vez de Biguaçu, na quarta feira 10/12, e Palhoça, na quinta feira 11/12, receberem as oficinas “Debates das Propostas do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis – PLAMUS”.
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PLAMUS apresenta conclusões das pesquisas sobre a mobilidade urbana de Florianópolis

02/12/2014

Claudia Martinelli, da LOGIT, exibiu os dados obtidos nas pesquisas
Claudia Martinelli, da LOGIT, exibiu os dados obtidos nas pesquisas (Foto: Fransuê Ribeiro).

Na última sexta-feira, 28 de novembro, a equipe do PLAMUS promoveu um seminário que marcou oficialmente o encerramento das pesquisas de campo e a fase de diagnóstico do projeto. Os resultados da pesquisa realizada ao longo de 2014 pelo Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis – PLAMUS foram apresentados no auditório do Espaço Físico Integrado (EFI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), contando com a presença de autoridades, representantes das prefeituras dos municípios abrangidos pelo estudo, técnicos da área, acadêmicos e lideranças comunitárias. O estudo analisou, entre outros quesitos, as características da urbanização, as projeções de crescimento e as viagens realizadas diariamente nos 13 municípios da área de abrangência do plano. São pesquisas que subsidiaram o diagnóstico da mobilidade na cidade e que serão a base para as propostas que o corpo técnico do PLAMUS oferecerá para solucionar as questões de deslocamento e transporte na Grande Florianópolis.

O coordenador técnico do PLAMUS pela SC Parcerias, Guilherme Medeiros, abriu o evento: “Estamos aqui para apresentar oficialmente o resultado das pesquisas. As prefeituras já têm nos solicitado alguns destes dados e eles já vêm sendo utilizados preliminarmente nos municípios da Grande Florianópolis. Nossa intenção com esse estudo é humanizar as cidades, torná-las mais seguras e que sejam mais eficientes”. Segundo Medeiros, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) espera que o PLAMUS seja uma referência em termos de planos de mobilidade para todo o Brasil.
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Fórum da Cidade recebe equipe técnica do PLAMUS para apresentação na UFSC

24/11/2014

O presidente da LOGIT, Wagner Colombini, apresentou um panorama geral e o estado atual do projeto em debate no Fórum da Cidade, mediado pelo Prof. Werner Kraus Jr.
O presidente da LOGIT, Wagner Colombini, apresentou um panorama geral e o estado atual do projeto em debate no Fórum da Cidade, mediado pelo Prof. Werner Kraus Jr.

A apresentação do PLAMUS, neste sábado [22/11], no Fórum da Cidade, contou com a participação de cerca de 40 membros de organizações da sociedade civil de Florianópolis, além da equipe técnica do projeto. Realizado pela manhã, no auditório do Centro Socioeconômico CSE/ UFSC, o evento incluiu uma exposição geral do PLAMUS, abrangendo o desenvolvimento e o estado atual do projeto, seguidos por um debate. A equipe do PLAMUS foi representada por Guilherme Medeiros, coordenador técnico pela SC Parcerias, Wagner Colombini, presidente da LOGIT, Guilherme Dogliani, consultor da Strategy& e Daniely Votto, gerente de Relações Estratégicas da EMBARQ Brasil, que discutiram as questões levantadas em debate coordenado pelo Professor Werner Kraus, do Departamento de Automação da Universidade Federal de Santa Catarina. Os representantes das organizações UFECO - União Florianopolitana de Entidades Comunitárias, NESSOP - Núcleo de Estudos em Serviço Social e Organização Popular, GEMURB – Grupo de Estudos da Mobilidade Urbana, Fórum da Bacia do Itacorubi, do Gabinete Vereador Lino Peres, Conjardim – Associação dos Moradores do Jardim Universitário, CCPAN – Centro Comunitário do Pantanal, Ambatri – Associação dos Moradores da Trindade, MObfloripa, RITMOS da Cidades – Rede Pró-Infraestrutura, Transporte, Mobilidade e Segurança no trânsito, Sintraturb - Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Urbano, MPL – Movimento Passe Livre, FAMESC - Federação das Associações de Moradores do Estado de Santa Catarina e Coletivo UC da Ilha, trouxeram para o debate questões em torno das metodologias utilizadas no processo participativo, as leituras dos resultados das pesquisas e as soluções em estudo para o transporte, a acessibilidade e a mobilidade da Região Metropolitana da Capital, buscando conhecer e aprofundar o entendimento sobre as propostas de soluções em análise no PLAMUS. 


Guilherme Dogliani, consultor da Strategy&, expôs algumas das soluções em estudo. Guilherme Medeiros, coordenador do PLAMUS, detalhou informações sobre o desenvolvimento do projeto e Daniely Votto, da EMBARQ Brasil, descreveu a metodologia utilizada no processo participativo das oficinas realizadas.

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PLAMUS e Rede Vida no Trânsito estabelecem parceria para tornar o trânsito de Florianópolis mais seguro

17/11/2014

Guilherme Medeiros, coordenador técnico do PLAMUS pela SC Parcerias, conduziu a apresentação e os debates sobre o projeto, em reunião com técnicos do IPUF e membros da Rede Vida no Trânsito.
Guilherme Medeiros, coordenador técnico do PLAMUS pela SC Parcerias, conduziu a apresentação e os debates sobre o projeto, em reunião com técnicos do IPUF e membros da Rede Vida no Trânsito.

A sede do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), no Centro de Florianópolis, foi sede, na última quarta‐feira (12), da reunião ampliada da Rede Vida no Trânsito, que contou com a participação das equipes do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis – PLAMUS e do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis ‐ IPUF. Representantes da sociedade civil e de instituições como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Guarda Municipal (GMF) e Secretaria Municipal de Saúde também estiveram presentes. Além de trocar informações e debater ideias, o encontro consolidou a abertura de um canal permanente de diálogo, troca de informações e apoio às ações de planejamento conduzidas pelas três entidades.

“A ideia aqui é unir forças, já que nossas intenções são as mesmas: tornar o trânsito da cidade mais seguro. Precisamos de parceiros como o PLAMUS para qualificar as informações que colhemos”, declarou o médico Leandro Pereira Garcia, um dos articuladores da Rede Vida no Trânsito, na abertura do encontro. Os dados a que Pereira se refere, relacionados aos acidentes de trânsito na cidade, foram apresentados à equipe técnica do PLAMUS ao longo do encontro. A equipe de médicos, técnicos da área da saúde, policiais e gestores ofereceu uma análise dos levantamentos realizados pelas instituições que compõem a Rede, envolvendo as ocorrências de trânsito e as circunstâncias que as provocaram, as estatísticas quanto aos mortos e feridos e as áreas da cidade em que os sinistros ocorrem em maior número, por exemplo.
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PLAMUS e prefeituras fazem projeções de crescimento da Grande Florianópolis na busca por soluções para a mobilidade urbana

04/11/2014

Superintendente Dácio Medeiros (no centro, de camisa branca) e funcionários do IPUF reuniram-se com equipe do PLAMUS para projetar o crescimento de Florianópolis
Superintendente Dácio Medeiros (no centro, de camisa branca) e funcionários do IPUF reuniram-se com equipe do PLAMUS para projetar o crescimento de Florianópolis

Os diferentes levantamentos sobre características urbanas dos municípios da Grande Florianópolis permitem ao corpo técnico do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis – PLAMUS elaborar projeções de crescimento para os diferentes bairros das cidades estudadas. Para tornar as projeções mais exatas, a equipe técnica do PLAMUS tem se reunido com as prefeituras dos quatro maiores municípios da Região Metropolitana, Florianópolis, São José, Biguaçu e Palhoça, com o objetivo de analisar as tendências de distribuição de população e de empregos nas cidades, de modo a prever as necessidades de locomoção futuras. Segundo os responsáveis pelo Plano, a parceria com as prefeituras e com suas respectivas instâncias de planejamento tem sido fundamental para a formulação de soluções em mobilidade urbana a curto, médio e longo prazo.

O especialista em sistematização de Informações Socioeconômicas e consultor Fuad Jorge Alves José, da LOGIT Engenharia, uma das empresas que integram o consórcio a cargo do PLAMUS, conduziu os trabalhos técnicos nos encontros realizados até o momento, e explica: “O que determina a mobilidade são as atividades humanas, como ir ao trabalho, à escola ou para as atividades de lazer. O crescimento da população, as concentrações de empregos e de renda são variáveis determinantes e fundamentais para explicar e conduzir políticas de mobilidade urbana”. As discussões conduzidas durante os encontros foram orientadas com base na leitura de mapas geopolíticos dos municípios envolvidos, contrapondo-os com dados como população, emprego e renda para cada bairro com as probabilidades de expansão imobiliária e econômica, permitindo desta forma elaborar projeções de crescimento.
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Representantes do PLAMUS participam do Fórum Urbano Mundial, na Colômbia

14/04/2014

Entre os dias 5 e 11 de abril, o 7° Fórum Urbano Mundial, organizado pela ONU-Habitat, na cidade de Medellín, na Colômbia reuniu mais de 25 mil participantes vindos de 150 países, incluindo 500 prefeitos e 80 ministros, convidados para debater assuntos relacionados à melhoria da qualidade de vida nas cidades. O fórum é um dos maiores eventos globais sobre cidades e vem sendo promovido a cada dois anos pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos. O tema desta edição foi “Equidade Urbana em Desenvolvimento – Cidades para a Vida”.

O engenheiro Guilherme Medeiros, Coordenador Técnico do PLAMUS pela SC Parcerias, falou para uma plateia de mais de 50 pessoas sobre as consequências da rápida urbanização da região de Florianópolis e apresentou o PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis durante o painel “Cidades Planejadas para a Segurança de Todos”, a convite da EMBARQ Brasil. “Viemos à Colômbia para apresentar o caráter inovador e abrangente do projeto, que contempla aspectos técnicos, jurídicos, institucionais e culturais específicos da Região de Florianópolis. Durante o fórum, compartilhamos a nossa expectativa de construir uma mobilidade mais sustentável e explorar novos rumos na área do planejamento e da gestão urbana. Foi uma excelente oportunidade poder acompanhar os painéis e verificar que a estratégia de abordagem que estamos adotando no PLAMUS está alinhada com a ordem do dia em nível global”.

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Com pesquisa de Verão concluída, PLAMUS entra em sua 2ª fase

27/02/2014

Foi encerrada no último domingo, dia 23, a Pesquisa de Veraneio do PLAMUS - Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis. Durante 30 dias, entre os meses de janeiro e fevereiro, os pesquisadores percorreram as principais praias da região coletando dados para a pesquisa, um trabalho que resultou em cerca de três mil entrevistas. A coleta de dados para esta primeira fase incluiu também contagens de veículos para detalhar seu fluxo no trânsito das principais vias da cidade, o levantamento do número de veículos em circulação e o registro da frequência e da ocupação no transporte coletivo.

O levantamento realizado na Pesquisa de Verão contou com o apoio de aplicativos desenvolvidos especificamente para auxiliar a pesquisa de campo. Cada um dos entrevistadores utilizou um tablet contendo quatro diferentes aplicativos de coleta de informação. O primeiro, batizado como “Veraneio”, consiste no questionário aplicado aos frequentadores das praias. Em seguida, foram utilizados outros três aplicativos: “Contador”, que registra o volume de veículos em circulação; “Velocidade”, para variação de velocidade e retardo no percurso das linhas de ônibus e automóveis em diferentes horários e pontos de coleta, e o sistema “FOV”, de Frequência e Ocupação dos ônibus que, por fim, registrou a frequência com a qual as linhas circulam e o número aparente de passageiros transportados nos diferentes horários.

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